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Da série: Doenças na Terceira Idade

Da série: Doenças na Terceira Idade

O Acidente Vascular Cerebral, mais conhecido pela sigla AVC, é a doença que mais mata no mundo. No Brasil, o AVC é a principal causa de morte por incapacidade: são 130 mil pessoas que morrem vítimas da doença. Além disso, estima-se que, em 2030, o número mundial de mortes relacionadas ao AVC pode ser de 7,8 milhões. Em razão dos números alarmantes, essa enfermidade é o quarto tema da série do nosso blog sobre as doenças cardíacas na terceira idade.

De acordo com a explicação do educador físico da equipe da Reação, Robson Cabral, o AVC acontece quando o suprimento de sangue que vai para o cérebro é rompido. “Assim como todos os órgãos, o cérebro, para funcionar adequadamente, necessita de oxigênio e também de determinados nutrientes que provêm do sangue. Portanto, quando há um rompimento do fluxo sanguíneo, as células do cérebro começam a morrer, o que ocasiona vários problemas cerebrais, causando até a morte”, esclarece.

Ainda segundo Cabral, o AVC pode ser classificado de duas maneiras: Isquêmico, que acomete cerca de 80% dos pacientes ou Hemorrágico, que é o menos comum de ocorrer, porém não deixa de ser grave.

No caso do AVC Isquêmico, alguns fatores podem ser extremamente perigosos para que ele atinja uma pessoa – ainda mais se ela já tiver um pouco mais de idade. Entre os fatores estão o tabaco, hipertensão arterial, obesidade, alto nível de colesterol, histórico familiar de doenças cardíacas ou diabetes e uso abusivo de bebidas alcoólicas. Já a principal causa do AVC Hemorrágico é a hipertensão arterial.

“Estar acima do peso, consumir álcool de forma exagerada, fumar e não se exercitar podem aumentar a pressão arterial”, adverte Cabral. Neste sentido, o estilo de vida da pessoa pode influenciar diretamente na ocorrência de um AVC.

IDADE

Uma das principais causas da incapacidade em idosos no mundo é o AVC. “Quando acontece em pessoas acima dos 60 anos, costuma deixa-las menos comunicativas e mais isoladas”, afirma o educador.

Em 25% dos casos, vítimas do AVC em idosos morrem após 1 mês, 66% após 6 meses e 50% após 1 ano. A maior causa de morte precoce é deterioração neurológica e contribuição de outras causas, tais como infecção secundária por aspiração e infarto agudo do miocárdio.

“Identificar os fatores de risco e modificar os que podem ser modificados é o mais importante para prevenir a doença”, recomenda. “Controlar com rigor a pressão arterial e o diabetes, deixar de fumar e realizar atividade física traz grande benefício”, complementa Cabral.

Para o profissional, se a pessoa tem alguma doença cardíaca, deve procurar um médico que irá orientá-la quanto aos tratamentos preventivos adequados para seu caso. Além disso, se ocorrer algum sintoma que possa sugerir AVC em idosos, mesmo transitório, é fundamental procurar atendimento médico imediatamente para, se necessário, controlar a doença e prevenir complicações.

PREVENÇÃO

De acordo com Cabral, seguir algumas dicas pode ser de extrema importância para manter a saúde em dia e, assim, evitar um AVC:

– Procurar informações se a pessoa possui alguma doença que possa vir a desencadear um AVC como diabetes, hipertensão ou colesterol alto;

– Ser ativo e fazer exercícios físicos regularmente;

– Ter uma dieta saudável no dia a dia que seja rica em verduras, legumes e com pouco sal;

– Controlar consumo de álcool;

– Evitar fumar;

– Aprender a reconhecer os primeiros sintomas do AVC (test FAST);

Nós, da Reação, somos uma empresa focada na promoção de saúde e qualidade de vida. O nosso principal objetivo é desenvolver e criar projetos para que você tenha uma saúde melhor.

Esperamos o seu contato!